A atitude preocupante do governador Clécio Luís em relação ao encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) tem despertado críticas contundentes da população do Amapá. Surpreendentemente, mesmo sendo professor, Clécio Luís parece negligenciar a importância da educação no estado, o que levanta questionamentos sobre seu compromisso com a qualidade e o avanço do ensino.

A falta de envolvimento ativo por parte do governador é ainda mais alarmante considerando o fato de que ele já entrou em conflito com os professores no passado, resultando em uma greve que prejudicou o calendário escolar. Essa indisposição anterior com a classe docente levanta preocupações sobre sua postura em relação à valorização dos profissionais da educação e sua disposição para promover melhorias no sistema educacional.

Enquanto outros estados, incluindo aqueles com melhor desempenho no Ministério da Educação (MEC), mostram apoio à continuação das escolas cívico-militares, Clécio Luís parece adotar uma postura de indiferença, ignorando os benefícios comprovados dessas instituições para a formação dos estudantes e a promoção de um ambiente escolar disciplinado. Essa atitude contraditória do governador, que deveria ser um defensor da educação, é motivo de frustração e descontentamento para aqueles que acreditam nas escolas cívico-militares como um meio de melhorar a qualidade da educação no Amapá.

A falta de compromisso de Clécio Luís com a educação do estado, evidenciada por sua postura negligente e seu histórico de conflitos com os professores, levanta sérias preocupações sobre seu papel como líder político. Como governador, é sua responsabilidade defender os interesses da população e trabalhar para promover avanços na área da educação. Sua inércia diante do fim das escolas cívico-militares é apenas mais um exemplo de sua falta de comprometimento, o que merece críticas contundentes por parte da sociedade amapaense.

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