
O envolvimento do perito Ricardo Molina em uma polêmica com sua ex-mulher trouxe à tona uma série de questionamentos sobre sua atuação como perito criminal. Afinal, a ética e a conduta dos profissionais que atuam na área da justiça são fundamentais para a manutenção da ordem e da justiça no país. As acusações de ameaças e atos de vandalismo por parte do perito, como urinar em uma bíblia, revelam uma conduta inapropriada e preocupante.

O caso em que o perito atuou, envolvendo a brutal execução de Helkison José da Silva do Rosário, seu enteado Rafael Almeida e de Igor Ramon, cirurgião dentista, gerou grande repercussão no Amapá. A abordagem abusiva seguida de uma execução cruel chocou a sociedade, e os familiares das vítimas cobraram justiça. A contratação da Empresa de Advocacia Bordalo & Advogados Associados para atuar no caso foi vista com desconfiança por parte dos familiares das vítimas, que questionavam a imparcialidade da empresa.
A associação responsável por certificar peritos criminais negou que Ricardo Molina seja perito criminal após as acusações de ameaças a sua ex-mulher. Isso demonstra que o comportamento inadequado do perito teve consequências, e que a comunidade jurídica está atenta às condutas dos profissionais que atuam na área. Essa situação reforça a importância da ética e da responsabilidade na atuação dos peritos criminais, que têm um papel fundamental na garantia da justiça e da segurança pública.




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